Um homem de aproximadamente 50 anos apresenta um colapso na recepção do pronto-socorro e é levado diretamente para a sala de emergência.
Pegadinha central: depois da responsividade, pulse e respiração são checados juntos, não em etapas longas.
A avaliação dura no máximo 10 segundos.
Na dúvida sobre pulso, comece compressões.
A prova que você vai prestar tem cara própria. Tem tema que cai todo ano e tema que nunca apareceu, e decidir isso no improviso custa as semanas que você não tem.
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Contexto
Após reconhecer que um adulto colapsou e não responde, o profissional deve acionar ajuda e avaliar respiração e pulso carotídeo simultaneamente por no máximo 10 segundos. Respiração agônica não é respiração normal.
Se não houver pulso definido, iniciam-se compressões de alta qualidade e conecta-se o desfibrilador assim que disponível. Se houver pulso, mas o paciente não respirar normalmente, realiza-se uma ventilação a cada seis segundos e reavalia-se o pulso aproximadamente a cada dois minutos.
Alternativa por alternativa
A) Incorreta. Compressões são iniciadas depois de confirmar ausência de pulso ou quando não é possível identificá-lo com segurança em até 10 segundos.
B) Incorreta. Ventilações isoladas são indicadas quando existe pulso e ausência de respiração normal, informação ainda não verificada.
C) Incorreta. Acesso venoso e fluidos pertencem a etapas posteriores e não antecedem a avaliação de circulação e respiração.
D) Incorreta. ECG de 12 derivações é útil após estabilização quando há pulso. Na parada, utiliza-se monitor ou desfibrilador para identificar ritmo sem atrasar compressões.
E) Correta (gabarito). Checar respiração e pulso carotídeo simultaneamente define se o paciente precisa de compressões, ventilação de resgate ou outra abordagem.