A associação de prova é Gartner, Wolff e parede vaginal lateral superior.
Bartholin fica no introito posterolateral, não no terço superior da vagina.
A necessidade de intervenção depende dos sintomas e do tamanho da lesão.
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Contexto
O cisto do ducto de Gartner deriva de remanescentes do ducto mesonéfrico, também chamado ducto de Wolff. Durante o desenvolvimento embrionário feminino, a maior parte desse ducto regride, mas resíduos podem persistir na parede vaginal e sofrer dilatação cística.
A localização típica é a parede anterolateral ou lateral da vagina, principalmente no terço superior. Essa topografia ajuda a diferenciá-lo do cisto da glândula de Bartholin, que surge na região posterolateral do introito vaginal.
Cistos pequenos e assintomáticos podem ser acompanhados. Lesões volumosas ou associadas a dispareunia, dor, corrimento, dificuldade urinária ou obstrução vaginal podem ser tratadas por excisão ou marsupialização.
Alternativa por alternativa
A) Correta (gabarito). A parede vaginal lateral, especialmente no terço superior, é a localização clássica do cisto do ducto de Gartner.
B) Incorreta. O Gartner deriva de restos mesonéfricos, e não dos ductos paramesonéfricos de Müller.
C) Incorreta. Muitos cistos são assintomáticos, mas alguns causam dor, dispareunia, corrimento ou sintomas urinários e podem exigir tratamento.
D) Incorreta. Os ductos de Müller formam tubas, útero e parte superior da vagina, mas não originam o ducto de Gartner.
E) Incorreta. O diagnóstico costuma ser clínico, com ultrassonografia ou ressonância em casos selecionados. Vulvoscopia não é necessária rotineiramente.