De acordo com o Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, estão indicadas 2 doses de vacina contra rotavírus, devendo ser administradas por via oral.
Pegadinha central: esta questão está datada. Mantenha o gabarito A para a prova, mas não leve 3 meses e 15 dias como regra atual.
PNI 2026: 1ª dose de 1 mês e 15 dias a 11 meses e 29 dias; 2ª dose de 3 meses e 15 dias a 23 meses e 29 dias.
Vômito ou regurgitação depois da vacina oral contra rotavírus: não repetir a dose.
Vacina de rotavírus é um tema em que atualização de calendário muda gabaritos antigos; confira sempre o ano da questão.
A prova que você vai prestar tem cara própria. Tem tema que cai todo ano e tema que nunca apareceu, e decidir isso no improviso custa as semanas que você não tem.
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Contexto
A questão foi construída com uma regra anterior do Programa Nacional de Imunizações para a vacina rotavírus humano. Na referência vigente à época da prova, a primeira dose tinha limite superior de 3 meses e 15 dias, o que torna a alternativa A o gabarito. O gabarito deve ser preservado.
Há, porém, divergência importante em relação ao Calendário Nacional de Vacinação de 2026. O Ministério da Saúde ampliou as faixas etárias: atualmente, a primeira dose pode ser administrada entre 1 mês e 15 dias e 11 meses e 29 dias, e a segunda entre 3 meses e 15 dias e 23 meses e 29 dias. O esquema de rotina continua com duas doses, aos 2 e 4 meses. O intervalo recomendado é de 60 dias; o Ministério da Saúde admite intervalo mínimo de 30 dias em situações excepcionais. Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacina, não se repete a dose.
A existência de limite etário decorre do balanço entre benefício da vacinação e segurança, especialmente em relação ao risco de invaginação intestinal. A atualização de 2026 modificou justamente o ponto mais provável de ser cobrado por bancas: as idades máximas para iniciar e completar o esquema.
Alternativa por alternativa
A) Correta (gabarito). Era a orientação do PNI utilizada pela prova: primeira dose até 3 meses e 15 dias. Hoje, essa idade máxima está desatualizada, porque o PNI 2026 ampliou a janela da primeira dose até 11 meses e 29 dias.
B) Incorreta. Regurgitação, cuspida ou vômito após a administração não indicam repetir a dose. Essa orientação permanece válida no esquema atual.
C) Incorreta. Dizer que o intervalo mínimo é de dois meses é impreciso. No PNI atual, 60 dias é o intervalo recomendado, mas há possibilidade de intervalo mínimo de 30 dias em situações excepcionais. Na referência antiga da prova, o intervalo mínimo também não era de dois meses.
D) Incorreta. O limite de 8 meses e 15 dias não corresponde à regra adotada pela prova e tampouco ao PNI 2026. Atualmente, a segunda dose pode ser administrada até 23 meses e 29 dias, respeitando o esquema e os intervalos previstos.