Pegadinha central: PSA alto uma vez não significa biópsia imediata.
Repita o PSA antes de biomarcador, ressonância ou biópsia.
Não prescreva antibiótico apenas para normalizar PSA sem evidência de infecção.
A prova que você vai prestar tem cara própria. Tem tema que cai todo ano e tema que nunca apareceu, e decidir isso no improviso custa as semanas que você não tem.
O MedBoard começa pelo outro lado. Ele pesa cada tema pela banca que você vai prestar, monta o cronograma a partir disso e guarda o que você errou para devolver na hora certa.
Criar conta grátis
Contexto
PSA é um marcador órgão-específico, mas não câncer-específico. Pode aumentar por hiperplasia prostática benigna, prostatite, retenção urinária, ejaculação recente e manipulação do trato urinário, além de câncer de próstata. Por isso, um valor recém-elevado não deve levar automaticamente a ressonância ou biópsia.
A Diretriz AUA/SUO de Detecção Precoce do Câncer de Próstata atualizada em 2026 recomenda que, diante de PSA recém-elevado, o exame seja repetido antes de biomarcadores secundários, imagem ou biópsia.
Em uma parcela dos pacientes, o PSA normaliza na repetição. O intervalo deve ser individualizado conforme nível do PSA e possíveis causas transitórias de elevação.
Alternativa por alternativa
A) Correta (gabarito). Confirmar a elevação com uma segunda dosagem é a primeira etapa recomendada antes de investigação adicional.
B) Incorreta. Cistoscopia é manipulação urológica e pode interferir no PSA. Não deve ser realizada apenas para anteceder uma nova dosagem.
C) Incorreta. Doxiciclina empírica não é indicada em paciente assintomático apenas para reduzir PSA. Antibiótico é reservado à suspeita clínica de infecção bacteriana.
D) Incorreta. Fluoroquinolona empírica sem prostatite documentada não melhora a qualidade do rastreamento e acrescenta eventos adversos e pressão de resistência antimicrobiana.