Primigesta de 25 anos, com 6 semanas de gestação, procurou uma UBS em Porto Alegre para o pré-natal. Não havia registro das vacinações prévias.
Pegadinha central: sem histórico vacinal, totalize três doses contra difteria/tétano e inclua dTpa.
dTpa: a partir da 20ª semana em cada gestação.
PNI 2026: influenza, covid-19 e VSR a partir da 28ª semana, além de hepatite B conforme histórico.
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Contexto
Pelo esquema cobrado pela prova, gestante sem comprovação de vacinação contra difteria e tétano deve completar três doses contendo toxoides tetânico e diftérico, sendo duas doses de dT e uma dose de dTpa a partir da 20ª semana. Influenza pode ser aplicada em qualquer fase gestacional.
O Calendário Nacional de Vacinação 2026 tornou a alternativa C incompleta como descrição do conjunto atual. Hoje o PNI também recomenda hepatite B conforme histórico, covid-19 em cada gestação e vacina contra vírus sincicial respiratório a partir da 28ª semana.
Febre amarela é vacina de vírus vivo atenuado e não é rotina para toda gestante. Em 2026, pode ser considerada excepcionalmente diante de risco epidemiológico após avaliação individual de risco e benefício.
O gabarito C é mantido por corresponder à referência utilizada pela prova e por ser a única alternativa que completa o esquema tetânico sem indicar febre amarela de rotina. Para prática atual, prevalece o calendário de 2026.
Alternativa por alternativa
A) Incorreta. Febre amarela não deve ser programada rotineiramente após a 20ª semana, e uma única dTpa não completa o esquema de quem nunca foi vacinada.
B) Incorreta. dTpa e influenza são necessárias, mas faltam doses para completar proteção contra difteria e tétano.
C) Correta (gabarito). Corresponde ao esquema cobrado pela prova: duas dT, uma dTpa após 20 semanas e influenza. A ressalva é a ampliação do PNI em 2026.
D) Incorreta. Três doses apenas de dT omitem a dTpa obrigatória em cada gestação, e febre amarela não é rotina.