Pegadinha central: entrevista motivacional não é dar sermão.
Empatia e autonomia reduzem resistência.
O profissional informa e orienta, mas ajuda o paciente a construir razões próprias para mudar.
A prova que você vai prestar tem cara própria. Tem tema que cai todo ano e tema que nunca apareceu, e decidir isso no improviso custa as semanas que você não tem.
O MedBoard começa pelo outro lado. Ele pesa cada tema pela banca que você vai prestar, monta o cronograma a partir disso e guarda o que você errou para devolver na hora certa.
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Contexto
Intervenções breves para uso problemático de álcool utilizam princípios da entrevista motivacional: colaboração, empatia, ausência de julgamento e respeito à autonomia. O objetivo é aumentar motivação intrínseca para mudança, não impor uma ordem.
A técnica é adaptada à prontidão. Na pré-contemplação, prioriza-se vínculo, informação e exploração de discrepâncias. A balança decisional pode ser útil na ambivalência, mas não deve ser aplicada de forma automática a todos os pacientes.
Alternativa por alternativa
A) Incorreta. Abordagem excessivamente diretiva pode aumentar resistência. Orientação clara deve ser oferecida em estilo colaborativo.
B) Incorreta. Explorar prós e contras pode ajudar na ambivalência, mas não é técnica obrigatória apenas por estar em pré-contemplação.
C) Correta (gabarito). Empatia e respeito à autonomia são elementos centrais do aconselhamento motivacional.
D) Incorreta. A oferta de intervenção é baseada no padrão de consumo e risco individual, não no sexo do paciente.