Um pré-escolar aguardando um atendimento eletivo foi vítima de colapso súbito em ambiente intra-hospitalar; parece inconsciente e está cianótico.
Pegadinha central: em criança, cheque pulso carotídeo ou femoral, não radial.
Dois socorristas antes da puberdade: 15 para 2; um socorrista: 30 para 2.
Respiração e pulso são avaliados simultaneamente por até 10 segundos.
Com via aérea avançada, as compressões ficam contínuas e ventila-se a cada 2 a 3 segundos.
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Contexto
O algoritmo pediátrico começa pela segurança do local, avaliação de responsividade e chamado imediato por ajuda. Profissionais avaliam simultaneamente respiração e pulso central por no máximo 10 segundos. Em criança de 1 ano até a puberdade, os pulsos apropriados são carotídeo ou femoral; pulso radial não deve ser usado para decidir parada.
As Diretrizes AHA e AAP de 2025 preservam a relação de 15 compressões para 2 ventilações quando há dois ou mais socorristas em criança pré-púbere sem via aérea avançada. Com apenas um socorrista, a relação é 30 para 2. As compressões devem ocorrer a 100 a 120 por minuto, com profundidade de pelo menos um terço do diâmetro anteroposterior, aproximadamente 5 cm na criança.
Se o pulso estiver presente, mas a respiração for ausente ou inadequada, oferece-se uma ventilação a cada 2 a 3 segundos. Se o pulso não for definitivamente percebido em 10 segundos, ou se a frequência for inferior a 60 por minuto com sinais de má perfusão apesar de oxigenação e ventilação, iniciam-se compressões.
Alternativa por alternativa
A) Correta (gabarito). A sequência de responsividade, pedido de ajuda, avaliação simultânea de respiração e pulso carotídeo e RCP em 15 para 2 corresponde ao atendimento com equipe em criança pré-púbere.
B) Incorreta. Pulso radial não é o pulso central indicado para reconhecer parada, e 30 para 2 é a relação do socorrista único, não de dois profissionais em criança.
C) Incorreta. A avaliação de responsividade deve preceder a conclusão de inconsciência, e o pulso radial permanece inadequado para a decisão.
D) Incorreta. Falta explicitar adequadamente a avaliação de responsividade e utiliza 30 para 2, quando o cenário intra-hospitalar com equipe indica 15 para 2.