Uma médica, ao assumir seu cargo em uma unidade básica de saúde, observa alta incidência de pacientes fumantes na comunidade. Visando obter redução importante do tabagismo nesta comunidade ela estabelece um plano de ação.
A pegadinha é confundir informação com tratamento. Cessação exige programa estruturado, não apenas palestra.
Decore o início do modelo intensivo: quatro sessões semanais no primeiro mês.
Farmacoterapia complementa a abordagem comportamental quando há indicação clínica.
A prova que você vai prestar tem cara própria. Tem tema que cai todo ano e tema que nunca apareceu, e decidir isso no improviso custa as semanas que você não tem.
O MedBoard começa pelo outro lado. Ele pesa cada tema pela banca que você vai prestar, monta o cronograma a partir disso e guarda o que você errou para devolver na hora certa.
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Contexto
O PCDT do Tabagismo de 2020 organiza o tratamento no SUS com abordagem cognitivo-comportamental, preferencialmente em grupo quando há demanda comunitária, associada a avaliação clínica e farmacoterapia quando indicada. O modelo intensivo inclui quatro sessões iniciais semanais no primeiro mês, seguidas por encontros de manutenção mais espaçados.
O grupo amplia alcance, permite troca de estratégias, trabalha gatilhos, dependência, sintomas de abstinência e prevenção de recaída. Palestras isoladas informam, mas produzem menor taxa de cessação; visitas domiciliares semanais para todos consomem muitos recursos e não substituem um programa estruturado.
Alternativa por alternativa
A) Incorreta. Consulta individual é útil e pode ser necessária, mas ofertá-la semanalmente a todos reduz a viabilidade e o alcance de uma intervenção comunitária.
B) Incorreta. Campanhas e palestras aumentam conhecimento, porém não fornecem acompanhamento comportamental, plano de parada e manejo de recaídas.
C) Correta (gabarito). Grupo de apoio com encontros semanais no primeiro mês corresponde ao modelo estruturado do SUS e combina efetividade com viabilidade na atenção primária.
D) Incorreta. Adesivos e medicamentos devem ser indicados após avaliação, e visitas domiciliares semanais universais não são a estratégia organizacional prioritária.