Ao ser avaliado em consulta de puericultura, lactente apresenta alterações dos marcos de desenvolvimento em relação à comunicação, comportamento e socialização.
Pegadinha central: 9, 18 e 30 meses é triagem geral do desenvolvimento; TEA específico é 18 e 24 meses.
M-CHAT-R/F pode ser aplicado entre 16 e 30 meses no fluxo brasileiro.
Se já existem sinais de alerta, não espere a próxima idade de rastreamento para investigar e encaminhar.
A questão foi anulada porque nenhuma alternativa apresentou corretamente esse esquema.
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Contexto
A questão foi anulada oficialmente porque nenhuma alternativa reproduz adequadamente a recomendação atual de triagem específica para transtorno do espectro autista. A American Academy of Pediatrics mantém, com recomendação reafirmada em 2025, rastreamento específico universal para TEA aos 18 e 24 meses, além de vigilância do desenvolvimento em todas as consultas.
No Brasil, o Ministério da Saúde incorporou o M-CHAT-R/F à Caderneta da Criança e ao prontuário eletrônico da APS. O instrumento pode ser aplicado entre 16 e 30 meses. Quando há sinais de alerta em comunicação, interação social ou comportamento, a avaliação não deve esperar uma data rígida do calendário: a criança deve ser rastreada e encaminhada para avaliação diagnóstica e intervenção conforme necessidade.
É importante separar dois conceitos. Triagem geral do desenvolvimento é recomendada em idades específicas, como 9, 18 e 30 meses em referências da AAP. Já o rastreamento específico para TEA é feito aos 18 e 24 meses, e também deve ser antecipado ou repetido quando a vigilância clínica levanta preocupação.
Alternativa por alternativa
A) Sem gabarito oficial. As idades de 2, 4 e 10 meses são precoces demais para o rastreamento específico padronizado com M-CHAT-R/F e não correspondem à recomendação universal de 18 e 24 meses.
B) Sem gabarito oficial. As idades de 9, 18 e 30 meses correspondem à triagem geral do desenvolvimento em uma recomendação conhecida, mas não ao rastreamento específico de TEA, que é feito aos 18 e 24 meses.
C) Sem gabarito oficial. A sequência 12, 24 e 36 meses não representa a recomendação padrão e a triagem não deve ser limitada apenas a crianças com história familiar ou deficiência intelectual.
D) Sem gabarito oficial. Aguardar 2, 4 e 6 anos seria inadequado diante de sinais precoces. Intervenção precoce melhora a oportunidade de apoio ao desenvolvimento.