Paciente de 40 anos, com diabetes tipo 2 e hipertensão arterial, está sendo acompanhada pelos setores de nutrição e cirurgia bariátrica.
Pegadinha central: faça o cálculo antes de olhar as faixas: 91 dividido por 1,60 ao quadrado é aproximadamente 35,5.
30 a 34,9 é grau I; 35 a 39,9 é grau II; 40 ou mais é grau III.
Diabetes e hipertensão aumentam o risco e influenciam tratamento, mas não mudam a categoria do IMC.
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Contexto
O índice de massa corporal é calculado pela fórmula IMC = peso em kg dividido pela altura em metros ao quadrado. Para esta paciente: 1,60 x 1,60 = 2,56 m2; 91 dividido por 2,56 = aproximadamente 35,5 kg/m2. Pela classificação adotada pelo Ministério da Saúde e pela OMS, esse valor corresponde a obesidade grau II.
O IMC é uma ferramenta de classificação, não uma medida direta de gordura corporal. Na avaliação clínica, circunferência abdominal, composição corporal, distribuição de adiposidade e complicações como diabetes tipo 2 e hipertensão também modificam o risco. Nada disso, porém, muda a classificação numérica solicitada pela questão.
Alternativa por alternativa
A) Incorreta. Pré-obesidade ou sobrepeso corresponde a IMC de 25,0 a 29,9 kg/m2. O valor calculado é muito superior a essa faixa.
B) Incorreta. Obesidade grau I vai de 30,0 a 34,9 kg/m2. O IMC de aproximadamente 35,5 kg/m2 já ultrapassa esse limite.
C) Correta (gabarito). O cálculo fornece aproximadamente 35,5 kg/m2, valor situado entre 35,0 e 39,9 kg/m2, faixa de obesidade grau II.
D) Incorreta. Obesidade grau III começa em IMC de 40,0 kg/m2. A paciente não atinge esse ponto de corte.