Aneurisma visceral mais comum é o da artéria esplênica.
Pseudoaneurisma visceral não segue a mesma lógica de tamanho do aneurisma verdadeiro e geralmente merece intervenção.
Gestação e possibilidade de gestação aumentam a preocupação com aneurisma esplênico.
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Contexto
Aneurismas de artérias viscerais envolvem ramos do tronco celíaco e da circulação mesentérica. Entre os aneurismas verdadeiros, a artéria esplênica é o sítio mais frequente. Muitos são descobertos incidentalmente, mas a relevância clínica decorre do risco de ruptura, especialmente na gestação, em mulheres em idade fértil, em pacientes com hipertensão portal e nos aneurismas sintomáticos.
As diretrizes ESVS de 2025 reforçam que a decisão de tratar depende da artéria envolvida, do diâmetro, do crescimento, dos sintomas, da possibilidade de gestação e do risco de ruptura. Pseudoaneurismas têm comportamento diferente e costumam exigir tratamento independentemente do tamanho, pois resultam de inflamação, trauma ou procedimentos e rompem com maior imprevisibilidade.
Alternativa por alternativa
A) Incorreta. A artéria celíaca pode apresentar aneurisma, mas representa proporção bem menor dos aneurismas viscerais.
B) Incorreta. A artéria hepática é localização importante e aparece entre os sítios mais comuns, porém não ultrapassa a esplênica em frequência.
C) Correta (gabarito). A artéria esplênica é a localização clássica e mais frequente dos aneurismas arteriais viscerais.
D) Incorreta. A artéria gastroduodenal é sítio incomum. Nela, lesões frequentemente são pseudoaneurismas associados a pancreatite, com alto risco de sangramento, mas isso não a torna a localização mais prevalente.