Na tuberculose intestinal, a cirurgia é lembrada principalmente por obstrução estenótica.
Perfuração e hemorragia são indicações fortes, mas menos frequentes.
O sítio mais comum e a principal complicação cirúrgica se conectam: região ileocecal, fibrose e obstrução.
A prova que você vai prestar tem cara própria. Tem tema que cai todo ano e tema que nunca apareceu, e decidir isso no improviso custa as semanas que você não tem.
O MedBoard começa pelo outro lado. Ele pesa cada tema pela banca que você vai prestar, monta o cronograma a partir disso e guarda o que você errou para devolver na hora certa.
Criar conta grátis
Contexto
O tratamento primário da tuberculose intestinal é medicamentoso. A cirurgia fica reservada a complicações ou dúvida diagnóstica não resolvida. A complicação que mais leva à operação é a obstrução intestinal, geralmente causada por estenose fibroinflamatória ileocecal ou por múltiplas estenoses do intestino delgado.
Obstrução parcial e estável pode melhorar com tratamento antituberculose e suporte, principalmente quando predomina edema inflamatório. Obstrução completa, recorrente, refratária ou acompanhada de isquemia exige intervenção. As opções incluem estrituroplastia em estenoses curtas selecionadas, ressecção segmentar e ileocecectomia. Perfuração livre, hemorragia incontrolável e abscesso não drenável também operam, mas são menos frequentes.
Alternativa por alternativa
A) Incorreta. Perfuração livre é indicação absoluta e urgente, porém é menos comum que obstrução como motivo global de cirurgia.
B) Correta (gabarito). Estenose e fibrose tornam a obstrução a principal indicação cirúrgica na tuberculose intestinal.
C) Incorreta. Sangramento pode ocorrer por ulceração, mas hemorragia maciça é rara e não lidera as indicações operatórias.
D) Incorreta. Abscesso bloqueado pode ser tratado com antibióticos, terapia antituberculose e, quando acessível, drenagem percutânea. Cirurgia é individualizada e não representa a indicação mais comum.