Idoso encontra-se em situações de risco em determinados fatores de vulnerabilidade.
Histórico de conflito e violência familiar aumenta risco de maus-tratos na velhice, mas nunca justifica o abuso.
Sobrecarga, dependência, isolamento e uso de álcool são sinais de risco adicionais.
Entrevista deve ocorrer em ambiente privado, preservando segurança e autonomia.
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Contexto
A violência contra a pessoa idosa resulta da interação entre dependência funcional, sobrecarga do cuidador, uso de substâncias, doença mental, isolamento, dependência financeira e histórico familiar de violência. Um idoso que foi agressivo em relações passadas pode permanecer inserido em vínculos marcados por conflito crônico, ressentimento e reciprocidade violenta, aumentando o risco de maus-tratos na velhice.
O histórico não justifica a violência nem transfere culpa à vítima. Ele apenas sinaliza uma dinâmica familiar de risco que deve ser investigada com privacidade e segurança. Ambiente afetivo, comunicação aberta, divisão de cuidados e relações menos autoritárias são fatores protetores.
Alternativa por alternativa
A) Incorreta. Ambiente comunicativo e afetivo favorece resolução de conflitos e pedido de ajuda, funcionando como proteção.
B) Correta (gabarito). Histórico de agressividade do idoso nas relações familiares pode indicar ciclo de violência e ressentimentos que aumentam vulnerabilidade atual.
C) Incorreta. O fato de cuidadores não terem sido vítimas de violência reduz um fator de risco. Experiência prévia de violência doméstica, e não sua ausência, pode perpetuar ciclos abusivos.
D) Incorreta. Relações horizontais, com negociação e respeito à autonomia, são protetoras. Estruturas autoritárias e assimétricas favorecem abuso.