Mama ingurgitada e aréola rígida: ordenhe somente o suficiente para facilitar a pega.
Fissura pede correção da técnica, não suspensão automática da amamentação.
A primeira mamada deve ser estimulada na primeira hora de vida.
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Contexto
Nos primeiros dias após a apojadura, a mama pode ficar muito cheia e a aréola endurecida, impedindo que o bebê abocanhe tecido suficiente. O Ministério da Saúde recomenda ordenha manual de pequena quantidade antes da mamada quando o ingurgitamento dificulta a pega, apenas até amolecer a aréola. A retirada excessiva pode estimular produção adicional.
O aleitamento deve começar, sempre que possível, na primeira hora de vida e ocorrer em livre demanda. Fissuras geralmente resultam de pega ou posicionamento inadequados; o tratamento central é corrigir a técnica e manter esvaziamento eficaz da mama. A posição deitada é permitida quando mãe e bebê estão corretamente posicionados e a mãe permanece desperta durante a mamada.
Alternativa por alternativa
A) Correta (gabarito). Retirar um pouco de leite amolece o complexo areolomamilar e permite pega profunda quando a mama está excessivamente cheia.
B) Incorreta. A primeira hora é uma janela favorável ao contato pele a pele, à sucção espontânea e ao estabelecimento do aleitamento. Sonolência não justifica adiar rotineiramente.
C) Incorreta. Fissura não determina suspensão automática daquela mama. Deve-se corrigir pega, posicionamento e fatores traumáticos, mantendo a amamentação se tolerada.
D) Incorreta. Amamentar deitada não aumenta por si só o risco de otite. A associação mais conhecida com otite envolve mamadeira em posição horizontal, não sucção direta ao seio.