As infecções sexualmente transmissíveis podem manifestar-se por meio de úlceras vulvares.
Pegadinha: o fluxograma usa tempo de evolução, não tamanho, como critério objetivo.
Persistência acima de quatro semanas exige biópsia.
Lesão muito suspeita pode ser biopsiada antes do prazo, conforme julgamento clínico.
A prova que você vai prestar tem cara própria. Tem tema que cai todo ano e tema que nunca apareceu, e decidir isso no improviso custa as semanas que você não tem.
O MedBoard começa pelo outro lado. Ele pesa cada tema pela banca que você vai prestar, monta o cronograma a partir disso e guarda o que você errou para devolver na hora certa.
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Contexto
Úlcera genital pode decorrer de sífilis, herpes, cancroide, linfogranuloma venéreo, donovanose, trauma, doença inflamatória ou neoplasia. O PCDT de Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde de 2022 orienta abordagem sindrômica, testes disponíveis e tratamento das etiologias prováveis.
Quando a lesão persiste por mais de quatro semanas, deve-se realizar biópsia para excluir câncer, doença inflamatória e infecção crônica não diagnosticada. A persistência também exige revisão da adesão, dos testes realizados, das hipóteses infecciosas e da necessidade de tratamento para sífilis, cancroide ou donovanose conforme contexto.
Alternativa por alternativa
A) Incorreta. O diâmetro maior que 1cm pode aumentar preocupação clínica, mas não é o critério temporal definido no fluxograma.
B) Incorreta. Dor ajuda no diagnóstico diferencial, como herpes e cancroide, mas não indica biópsia isoladamente.
C) Incorreta. Bordas elevadas ou irregulares podem sugerir neoplasia e justificar investigação antecipada, porém o critério padronizado cobrado é a duração superior a quatro semanas.
D) Correta (gabarito). Úlcera persistente por mais de quatro semanas deve ser biopsiada para esclarecer etiologias neoplásicas, inflamatórias ou infecciosas crônicas.