Na abordagem centrada na pessoa, para explorar a experiência da doença, sugere-se abordar quatro dimensões, entre as quais estão:
Pegadinha: a banca costuma trocar os termos do FIFE por palavras plausíveis, mas não pertencentes ao modelo.
FIFE: feelings, ideas, function e expectations.
Explorar experiência da doença melhora decisão compartilhada e adesão.
A prova que você vai prestar tem cara própria. Tem tema que cai todo ano e tema que nunca apareceu, e decidir isso no improviso custa as semanas que você não tem.
O MedBoard começa pelo outro lado. Ele pesa cada tema pela banca que você vai prestar, monta o cronograma a partir disso e guarda o que você errou para devolver na hora certa.
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Contexto
No Método Clínico Centrado na Pessoa, explorar a experiência da doença significa compreender como a pessoa vive o problema, e não apenas caracterizar sintomas. O mnemônico FIFE organiza quatro dimensões: sentimentos, ideias, funcionamento e expectativas.
Alternativa por alternativa
a) Incorreta. Imagens e fantasias podem surgir na conversa, mas não compõem as quatro dimensões clássicas do modelo.
b) Incorreta. Sensações e impressões são termos genéricos; flexibilidade e esperança não correspondem ao FIFE.
c) Correta (gabarito). Sentimentos, ideias, funcionamento e expectativas são exatamente as quatro dimensões usadas para explorar a experiência da doença.
d) Incorreta. Suscetibilidade, impossibilidades, fortalezas e esperança não formam o conjunto conceitual do método.