De acordo com a OMS e com o manual técnico para o acompanhamento do pré-natal do Ministério da Saúde, analisar os itens abaixo:
I. A primeira consulta de pré-natal deve ocorrer o mais cedo possível, preferivelmente antes da 16a semana de gestação.
II. Recomenda-se um mínimo de 6 consultas pré-natais: uma no 1o trimestre, duas no 2o e três no 3o.
III. O acompanhamento pode ser feito com consulta médica e/ou de enfermagem.
Pegadinha central: banca antiga pode cobrar seis consultas, mas a OMS atual trabalha com oito contatos.
Início do pré-natal hoje deve ser pensado até 12 semanas, não simplesmente antes de 16.
No baixo risco, médico e enfermeiro podem compartilhar o acompanhamento.
A prova que você vai prestar tem cara própria. Tem tema que cai todo ano e tema que nunca apareceu, e decidir isso no improviso custa as semanas que você não tem.
O MedBoard começa pelo outro lado. Ele pesa cada tema pela banca que você vai prestar, monta o cronograma a partir disso e guarda o que você errou para devolver na hora certa.
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Contexto
A questão foi construída com a referência brasileira clássica de mínimo de seis consultas, distribuídas em uma no primeiro trimestre, duas no segundo e três no terceiro, com acompanhamento por médico e/ou enfermeiro no pré-natal de baixo risco. O Ministério da Saúde ainda divulga como parâmetro mínimo seis consultas e recomenda que a primeira ocorra até a 12ª semana.
Existe uma atualização importante em relação à menção à OMS. Desde 2016, a Organização Mundial da Saúde recomenda oito contatos: o primeiro até 12 semanas, seguido de contatos em 20, 26, 30, 34, 36, 38 e 40 semanas. Portanto, o gabarito D reflete a referência utilizada pela prova e o modelo brasileiro tradicional, mas a formulação que atribui mínimo de seis consultas também à OMS está desatualizada.
O cuidado pré-natal de risco habitual pode ser compartilhado com enfermagem, respeitando protocolos, competências profissionais e necessidade de encaminhamento quando surge risco materno ou fetal.
Alternativa por alternativa
A) Incorreta. Dentro da referência da prova, os itens I e II são verdadeiros, mas o item III também é correto, pois o acompanhamento de baixo risco pode ser realizado por médico e/ou enfermeiro.
B) Incorreta. II e III estão corretos na matriz usada pela questão, mas o item I também foi considerado correto. A ressalva atual é que hoje se busca início ainda mais precoce, até 12 semanas.
C) Incorreta. I e III estão corretos, mas o item II também é aceito pela referência brasileira tradicional da prova.
D) Correta (gabarito). Os três itens correspondem ao modelo cobrado pela banca. A atualização que deve ser levada para provas atuais é que a OMS recomenda oito contatos e primeira avaliação no primeiro trimestre, idealmente até 12 semanas.