Avenidas e ruas com maior tráfego de veículos se constituem num desafio para segurança das crianças.
A pegadinha é superestimar a capacidade de julgamento do escolar pequeno. Antes de cerca de 10 anos, travessia de via movimentada deve ser acompanhada.
A decisão depende também de maturidade, treinamento e complexidade do trânsito.
Ensine a parar na borda, olhar para ambos os lados, atravessar em faixa e evitar celular ou fones durante a travessia.
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Contexto
Crianças pequenas ainda não estimam de forma confiável velocidade, distância e tempo de aproximação dos veículos. Além disso, apresentam menor campo visual, dificuldade para localizar sons e maior impulsividade. Por isso, recomendações de prevenção de acidentes consideram que crianças abaixo de aproximadamente 10 anos não devem atravessar sozinhas vias com tráfego importante.
Por volta dos 10 anos, uma criança com desenvolvimento adequado e treinamento consistente pode começar a atravessar algumas vias sem acompanhante, desde que o ambiente seja compatível, tenha boa visibilidade e regras de segurança sejam respeitadas. A idade não substitui avaliação individual: vias de alta velocidade ou grande complexidade podem exigir supervisão por mais tempo.
Alternativa por alternativa
A) Incorreta. Aos 8 anos, julgamento de velocidade e distância ainda é insuficientemente maduro para recomendar travessia desacompanhada em avenidas e ruas movimentadas.
B) Correta (gabarito). Dez anos é a referência tradicional adotada para que uma criança bem orientada possa começar a atravessar desacompanhada em condições apropriadas.
C) Incorreta. Doze anos pode ser necessário em vias mais complexas ou para algumas crianças, mas é mais tardio que o marco geral cobrado pela questão.
D) Incorreta. Quatorze anos não é o limiar geral utilizado para essa orientação preventiva.