Na avaliação da carteira de vacinação,
Pegadinha central: dose zero antes de 12 meses protege naquele contexto, mas não conta para completar o esquema.
Calendário 2026: tríplice viral aos 12 e 15 meses.
Adultos: até 29 anos, duas doses; 30 a 59 anos, uma dose, salvo grupos com recomendação específica.
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Contexto
No Calendário Nacional de Vacinação de 2026, a primeira dose de tríplice viral é aplicada aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. Em situações epidemiológicas especiais, crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias podem receber a chamada dose zero, mas ela é adicional e não substitui as duas doses de rotina.
O Ministério da Saúde reafirmou em 2026, durante ações de controle do sarampo, que a dose administrada antes de 12 meses não é contabilizada como dose válida do esquema rotineiro. Isso ocorre porque anticorpos maternos residuais podem reduzir a resposta vacinal em crianças mais novas. Para adultos, o calendário atual recomenda duas doses até 29 anos e uma dose entre 30 e 59 anos, conforme histórico; trabalhadores da saúde têm indicação de duas doses independentemente da idade.
Alternativa por alternativa
A) Incorreta. O calendário atual não coloca a segunda dose de rotina aos 4 anos. Ela é administrada aos 15 meses.
B) Correta (gabarito). Doses contra sarampo administradas antes de 12 meses em estratégias especiais são consideradas dose zero e não substituem as doses válidas de rotina aos 12 e 15 meses.
C) Incorreta. Em 2026, duas doses são recomendadas rotineiramente até 29 anos. Pessoas de 30 a 59 anos, em geral, necessitam uma dose conforme situação vacinal, com exceções como trabalhadores da saúde.
D) Incorreta. Não existe recomendação universal de uma dose para toda pessoa acima de 60 anos. A indicação depende de risco, histórico e situações especiais, como atividade profissional em saúde.