Na atenção básica em saúde,
Pegadinha central: equipe multiprofissional existe para integrar cuidado, não para somar atendimentos isolados.
Integralidade é responder ao conjunto das necessidades, articulando prevenção, tratamento e reabilitação.
Equidade distribui conforme necessidade; integralidade articula dimensões do cuidado.
A prova que você vai prestar tem cara própria. Tem tema que cai todo ano e tema que nunca apareceu, e decidir isso no improviso custa as semanas que você não tem.
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Contexto
A integralidade é uma das razões centrais para organizar o cuidado em equipe na Atenção Básica. Necessidades de saúde raramente cabem em um único núcleo profissional: podem envolver prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, saúde mental, contexto familiar, trabalho, alimentação, vulnerabilidade social e outros determinantes.
A Política Nacional de Atenção Básica de 2017 define a Atenção Básica como conjunto de ações individuais, familiares e coletivas que inclui promoção, prevenção, proteção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos, cuidados paliativos e vigilância em saúde, desenvolvido por equipe multiprofissional. O trabalho em equipe permite articular essas ações e evitar que o usuário receba uma soma fragmentada de procedimentos.
Alternativa por alternativa
A) Incorreta. Processos isolados e sem conexão descrevem fragmentação do cuidado, justamente o problema que o trabalho em equipe tenta superar.
B) Incorreta. PTS não é soma de colaborações individuais independentes. Ele exige construção compartilhada, negociação de metas e coordenação entre os profissionais e o usuário.
C) Incorreta. Equidade significa reconhecer necessidades diferentes e distribuir recursos de acordo com elas. Não significa eliminar diferenças técnicas legítimas entre profissões.
D) Correta (gabarito). A integralidade exige combinar promoção, prevenção, cuidado curativo e reabilitação segundo as necessidades da pessoa, o que depende de articulação entre diferentes saberes e profissionais.