Menino, 7 meses de idade, hígido, foi levado à Unidade Básica de Saúde para atualização vacinal. Ele tinha recebido apenas a vacina para hepatite B ao nascimento.
Pegadinha de atualização: desde o calendário de 2026, a primeira dose de rotavírus pode ser iniciada até 11 meses e 29 dias.
Tríplice viral de rotina começa aos 12 meses, salvo estratégias especiais definidas pela vigilância.
Em atraso vacinal, não reinicie esquemas; complete as doses respeitando idade mínima, máxima e intervalos do calendário vigente.
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Contexto
Uma criança de 7 meses que recebeu apenas hepatite B ao nascer precisa de vacinação de resgate, administrando simultaneamente todas as vacinas indicadas e permitidas para a idade, sem reiniciar esquemas já começados. O gabarito A reflete o calendário vigente à época da prova: BCG, pentavalente, pneumocócica, meningocócica C, COVID-19 e influenza, sem rotavírus por ultrapassar o antigo limite para início do esquema e sem tríplice viral de rotina antes dos 12 meses.
Existe uma mudança importante no Calendário Nacional de Vacinação 2026. O Ministério da Saúde ampliou a janela da vacina rotavírus: a primeira dose pode ser aplicada entre 1 mês e 15 dias e 11 meses e 29 dias, e a segunda até 23 meses e 29 dias, respeitando o intervalo recomendado. Portanto, em 2026, uma criança de 7 meses sem dose prévia de rotavírus ainda pode iniciar o esquema. O calendário também deve ser conferido quanto à poliomielite inativada e às formulações pneumocócicas vigentes. Assim, mantém-se A como gabarito histórico da questão, mas ela não representa integralmente o resgate vacinal atual.
Alternativa por alternativa
A) Correta (gabarito). É a alternativa considerada correta no calendário utilizado pela prova, pois contempla as principais vacinas atrasadas permitidas aos 7 meses naquele contexto. Pela atualização de 2026, porém, rotavírus também pode ser iniciado nessa idade, de modo que o esquema atual deve ser montado pelo calendário vigente.
B) Incorreta. Omite vacinas atrasadas importantes e inclui tríplice viral aos 7 meses como rotina, o que não corresponde ao calendário habitual. Febre amarela também segue idade e contexto epidemiológico próprios.
C) Incorreta. Inclui tríplice viral de rotina aos 7 meses. Além disso, no calendário antigo usado pela questão, rotavírus já estaria fora da janela de início. No PNI 2026, a parte do rotavírus mudou, mas a tríplice viral continua não sendo rotina aos 7 meses.
D) Incorreta. Foi considerada incorreta na referência da prova pela presença do rotavírus fora do limite etário antigo. Essa justificativa ficou desatualizada em 2026, quando a janela para início do rotavírus foi ampliada.